PAVOROSO! Os 25 Hospícios e Manicômios MAIS PERTURBADORES do MUNDO

A nossa seleção de imagens mostra uma série de instituições do mundo inteiro que durante muito tempo lidou com a crença de que a cura de uma doença mental seria alcançada somente com a tortura física do paciente.

Era muito comum usar um grau elevado de força física para sobrepujar a manifestação dos sintomas fortes de algum distúrbio ou transtorno mental não compreendido pela ciência da época.

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Um paciente poderia ser alguém que não conformasse com algumas restrições sociais e se portava de maneira inaceitável pela maioria das pessoas. Um portador de epilepsia era tratado com choques elétricos.

De 1848 até o início do século XX, instrumentos como camisas-de-força e quartos-fortes ou “prisões-acolchoadas”, choques elétricos, operações no cérebro, e outras verdadeiras torturas eram utilizados para controlar os pacientes.

Atualmente há tratamentos farmacológicos, psicológicos e terapêuticos baseados nas teorias de Freud e Carl G. Jung, que reduzem significativamente a necessidade da contenção física e a internação por longos períodos em instituições.

Na época, porém, isso tudo era inimaginável. Os locais eram um misto de hospital, prisão, instituição, manicômios e hospícios. O sofrimento era algo aterrador para os pacientes expostos aos tratamentos.

Os que não resistiam, pereciam em circunstâncias horríveis, pois as condições nestes lugares eram os piores possíveis. As mortes eram trágicas!

A nossa sequência mostra que algumas destas almas ainda sofrem pelos corredores destes lugares. É possível, segundo algumas testemunhas, ouvir os gemidos das dores e os uivos desesperados dos prisioneiros-pacientes.

Os tratamentos eram administrados em nível de experimento, pois a ciência da época ainda engatinhava na busca do entendimento de uma patologia, para depois pensar em uma terapia específica.

A prática de retirar os doentes mentais do convívio social para colocá-los em um lugar específico surgiu em um determinado período histórico. O tratamento que essas pessoas recebiam nas instituições costumava ser desumano, sendo considerado pior do que o recebido nas prisões.

Eles eram mais mal tratados que os criminosos. Eles viviam nus, ou vestidos de trapos, estirados no chão, defendidos da umidade do pavimento apenas por um pouco de palha. Eram privados de ar para respirar, de água para matar a sede, e das coisas indispensáveis à vida.

Acompanhe a história destes marcos de tragédia e sofrimento humano em nosso vídeo. As imagens ajudam no entendimento de que os tempos da ignorância deixaram as cicatrizes abertas em muitas almas que ainda perambulam pelos corredores escuros dos prédios abandonados.

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